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Published On: seg, ago 15th, 2016

Empresários do setor de rochas visitam Porto do Açu

Grupo, do Sul do Espírito Santo, conheceu detalhes do empreendimento, que pode ser utilizado para exportação

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 Rio de Janeiro, 10 de agosto de 2016 – Uma comitiva de 30 empresários do setor de rochas visitou ontem o Porto do Açu. O grupo, formado por representantes do Sul do estado do Espírito Santo, visitou os terminais do empreendimento e conheceu detalhes das operações em andamento.

O objetivo da visita foi conhecer a estrutura do terminal portuário, que pode atender o setor de rochas. “O Porto do Açu pode ser uma alternativa estratégica para o Espírito Santo, principalmente para o setor de rochas. Estamos próximos ao principal centro produtor do país, que é a região de Cachoeiro do Itapemirim, e podemos trazer mais competitividade para o setor”, pontuou José Guilherme Vasconcellos, gerente comercial da Prumo.

A visita foi coordenada pelo Movimento Empresarial do Sul do Espírito Santo (Messes), em parceria com os sócios do Ramos-Araújo Advogados, André Araujo e José Eduardo Ramos. “Nós ficamos impressionados com a estrutura que vimos. O Messes, enquanto movimento que busca o desenvolvimento, vê muitas oportunidades de facilitar a exportação não apenas de rochas, como também de outros produtos da nossa região, como animais e máquinas, além da prestação de serviços”, disse Maria Helena Vargas, diretora da TV Gazeta Sul e presidente do Messes.

Para Tales Machado, presidente do Sindirochas, o porto do Açu tem condições de atender ao setor. “Hoje exportamos pelo porto de Santos e por Vitória. O Açu é mais próximo à Cachoeiro, facilitando a logística e eliminando alguns gargalos do setor”, pontuou.

Entre os outros visitantes, também estavam Ricardo Coelho de Lima, secretário de Desenvolvimento Econômico de Cachoeiro, que destacou a funcionalidade do porto. “Está na hora dos setores produtivos de Cachoeiro acertarem com este ponto de desenvolvimento econômico”.

Além deles, Áureo Mameri, vice-presidente do Findes (Federação das Indústrias do Espírito Santo), reforçou a importância do encontro. “Antes, não tínhamos porto. Agora temos e precisamos descobrir qual a melhor forma de usarmos esta estrutura”.

No Porto do Açu o escoamento poderá ser realizado pelo Terminal Multicargas (T-MULT), que conta com 500 metros de cais, aproximadamente 200 mil m2 de área alfandegada e 2 guindastes MHCs com capacidade de içamento de 100 toneladas e alcance de lança de 46 metros. Autorizado a operar com graneis sólidos, carga de projetos e contêineres, o terminal já movimenta bauxita produzida pela Votorantim, em Mirai (MG).

Além disso, o Porto do Açu contará com um ramal ferroviário da EF-118, que ligará o empreendimento às cidades do Rio de Janeiro e Vitória. A ferrovia, de alta capacidade, possibilitará o transporte de diversos produtos, como café, frutas e rochas ornamentais, entre outros.

O Açu também deve contar com Zona de Processamento de Exportação (ZPE), que é uma área de livre comércio, destinada à instalação de empresas, com 80% de sua produção voltada para a exportação. A previsão é que a ZPE, que será a segunda do estado do Rio de Janeiro, e a primeira da região norte fluminense, esteja constituída em 18 meses.

Porto do Açu

O Porto do Açu, localizado em São João da Barra (RJ), conta com 90 km², divididos em dois terminais: o Terminal 1 (T1 – terminal offshore) e o Terminal 2 (T2 – terminal onshore), além de área para a instalação de unidades de empresas dos setores marítimo e industrial.

O T1 é dedicado à movimentação de minério de ferro e petróleo, com berços construídos em 3 km de cais. Em operação desde outubro de 2014, o terminal já recebeu mais de 100 navios de minério de ferro para a Anglo American (que opera em Conceição do Mato Dentro, em Minas Gerais) e movimentou mais de 13 milhões de toneladas do produto. A Prumo e a Anglo American possuem uma joint venture, chamada Ferroport, que é formada 50% por cada companhia. No T1, também está localizado o Terminal de Petróleo (T-OIL), que possui capacidade para movimentar 1,2 milhão de barris de petróleo por dia e que inicia neste mês a operação.

O T2 é um terminal no entorno de um canal para navegação com 6,5 km de extensão, 300 metros de largura e até 14,5 metros de profundidade. As empresas Technip, NOV, InterMoor, Wartsila, Edison Chouest e BP-Prumo já estão operando suas unidades no terminal.

Somando o investimento realizado desde 2007, já foram aplicados R$ 13 bilhões no empreendimento. Deste montante, R$ 6,4 bilhões foram investidos pela Porto do Açu Operações (subsidiária da Prumo Logística) e R$ 3,7 bilhões pela Ferroport e pela Anglo American. O restante foi investido pelos clientes em seus terminais.

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- Diretor do Jornal O Campista em julho de 2010 criei um blog denominado de Jornal O Campista qual tenho orgulho de ter feito em 5 anos um dos sites mais visitados do Brasil hoje com 4 prêmios de melhor do ano um site que nasceu de um sonho de abrir espaço a quem não tinha hoje temos mais de 11,000 assinantes e mais de 40 colaboradores dentro e fora do Brasil.

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